O que há com a educação?
24 mar 2009 Deixe um comentário
em Absurdo, Comportamento, Família Tags:adolescente, agressão, aluna, educação, escola, lamentável, professora, punição
Geral
| 24/03/2009 | 04h13min
“Não me arrependo”, diz aluna que agrediu professora em Porto Alegre
Adolescente alega ter sido ofendida e admite ter empurrado a educadora
Uma professora da rede estadual teve traumatismo craniano após ser agredida por uma aluna em um colégio da zona norte de Porto Alegre, nesta segunda-feira. Sentada em uma cadeira da Delegacia da Criança e do Adolescente Infrator da Capital, aguardando o chamado para dar sua versão do fato, a adolescente de 15 anos acusada de agredir Glaucia Teresinha Souza da Silva, 25 anos, conversou com Zero Hora.
Abaixo, confira trechos da entrevista:
Zero Hora – O que houve na escola?
Aluna – Meu primo deixou cair um chá da professora, e ela jogou o resto em cima dele. Quando bateu para o último período, fui falar com a professora, mas ela fechou a porta na minha cara. Chamei ela de ignorante e virei as costas, mas alguns colegas ficaram tumultuando, xingaram ela, botaram o pé na porta dela.
ZH – E depois?
Aluna – Ela foi na minha sala de aula, mandou eu pegar as minhas coisas e ir para a direção. Eu respondi que não ia, que ela não era minha professora e não podia falar comigo daquela maneira. Que só iria se pedisse com educação ou se a diretora viesse. Aí a professora disse que isso era coisa de gente gorda, maloqueira e vileira. Nunca ninguém falou isso pra mim. Aí eu fui pra cima dela.
ZH – E bateu na professora?
Aluna – Peguei ela pelo cabelo, ela caiu. Outros alunos tentaram separar. Sempre fui esquentada, mas nunca tinha agredido ninguém.
ZH – Já havia se envolvido em algum outro problema na escola?
Aluna – Já, por ter xingado a diretora. Mas nunca agredi nenhum professor. Foi a primeira vez.
ZH – E está arrependida?
Aluna – Não me arrependo do que fiz. Se tivesse de fazer de novo, eu faria. A professora não podia ter falado comigo daquele jeito.
ZH – O que acha que vai acontecer contigo?
Aluna – Não sei. Mas pretendo sair da escola.
ZH – Como é o clima na escola?
Aluna – É uma bagunça. Tem professor que não consegue ter pulso firme, então às vezes fica até difícil ter aula. Mas a minha turma é uma das mais calmas.
FONTE ZERO HORA
É LAMENTÁVEL TER QUE LER ESSES TIPOS DE NOTÍCIAS.
AS PESSOAS PERDERAM TOTALMENTE O RESPEITO, NÃO VEJO EXPLICAÇÃO. E PELO ANDAR DA CARRUAGEM CADA VEZ VAI SER MAIS COMUM, SE NÃO HOUVER ALGUM TIPO DE PUNIÇÃO.
Greve ? Até quando ?
19 nov 2008 Deixe um comentário
em Política, Porto Alegre Tags:Brasil, educação, greve, Professor
Greve | 19/11/2008 | 11h14min
BM cerca professores em frente ao Piratini
Medida preventiva serve para que os policiais não sejam surpreendidos, diz comandante
A Brigada Militar (BM) cercou os professores que fazem vigília em frente ao Palácio Piratini, no centro de Porto Alegre, com uma grade de isolamento. A medida, de acordo com o comandante-geral da BM, coronel Paulo Roberto Mendes, serve para que a polícia não seja surpreendida.
— É a nossa garantia. O número de policiais é pequeno, só para garantir (a segurança) — disse o oficial.
Os docentes aguardam por uma audiência com a governadora Yeda Crusius para tratar sobre a greve da categoria. O Palácio Piratini informou que não vê motivos para que Yeda receba os manifestantes. A governadora confirmou que não deverá se encontrar com os professores.
— A negociação está com a (secretária da Educação) Mariza (Abreu) — afirmou Yeda.
No final da manhã, a governadora saiu do Palácio para fazer o hasteamento da bandeira, em comemoração à data desse símbolo nacional. No caminho, foi vaiada pelos manifestantes. Em resposta, pediu silêncio e atirou beijos ao ar.
Os próximos passos
> A intenção do movimento é voltar a abordar os parlamentares hoje, já que nem todos foram localizados ontem, e obter a assinatura da maioria deles
> A partir de hoje, quando será montada uma vigília de professores na Praça da Matriz, o sindicato pretende ainda exibir uma espécie de painel com o nome e a foto dos deputados que já atenderam ao pedido do magistério
> Os sindicalistas ainda aguardam a resposta a um pedido de audiência com a governadora Yeda Crusius feito na segunda-feira
Meu Deus, até quando, os professores precisaram fazer greve para obter seus direitos de um sálário mais justo.
Putz, é uma das profissões mais belas e também uma das mais prejudicadas. será que nossos governantes são BURROS assim, que não conseguem enxergar a impotância de um PROFESSOR, ou, preferem “DAR” nosso dinheiro aos banqueiros….
O pior é quem perde nessa história toda, são os alunos, que algum dia seram o futuro do nosso BRASIL.
SABRINA